Acordei em uma confortável cama, ao meu
lado estava Logan com seus olhos brancos... Era verdade! O que tinha acontecido
naquele apartamento, tudo foi real... Não era lentes brancas, mas sim seus
verdadeiros olhos, isso quer dizer que aqueles olhos castanhos cor de mel,
seria a lente que ele colocara em cima de seus olhos. O que tinha acontecido
com minha mãe ou minha falsa mãe que seja, era verdade, ela era uma vampira e
eu lhe ataquei, o que provavelmente eu não queria fazer mas tinha ficado
nervoso naquela hora, então isto ocorreu.
– Acordou dorminhoco? – perguntou-me
Logan que provavelmente viu meus movimentos e finalizou que eu teria acordado.
– Creio que você vai demorar a dormir novamente... Você dormiu por três dias
seguidos... Nem eu faço isto quando tinha que fingir que era um aluno normal e chegava
da academia Deveolopy’s muito cansado...
Eu abri os olhos, e Logan assustou-se:
– O que é isto?
– Isto o que?
– Seus olhos... Preto, branco e
vermelho...
– O que?
Logan, ainda assustado, levantou-se da
cadeira em que estava sentado e apanhou um espelho no armário a minha frente.
Ele virou lhe para mim e pude ver meu reflexo. Agora tinha entendido o que
queria dizer estas cores em que Logan mencionou no apartamento do tio Roger
quando eu lutara com minha mãe, ou pode se chamar aquilo de um simples desequilíbrio.
A pupila, que costumava ser preto, era vermelha; A cor verde acinzentado era
branca; a cor branca dos olhos era preto, isto era totalmente podemos dizer...
Exótico.
– O que, aconteceu com meus... Olhos?
Se isto pode se chamar de um... Eu pareço um monstro... O que é isto?
– Nossa... Parece bem obvio... Você
sabe que sua mãe era uma feiticeira e seu pai um lobo, e então você nasceu com
essas duas personalidades... Se eu estiver certo, quando Laisa te mordeu você
automaticamente, virou um vampiro também...
– O que?
– Brian! Você é mais poderoso ainda... muito mais poderoso, ja era sem os poderes dos
vampiros mas agora...
– Como assim? Eu não estou
entendendo... O que é isto? Sou um vampiro, lobo,
feiticeiro... nao sei se estou certo de afirmar que isto possa existir... voce
nao me convenceu bem, Logan.
Brian achava que isto não tinha sentido
algum, que esses mitos, lendas, contos, ou seja, o que for sobre feiticeiros
que tem poderes, homens que viram um lobo, e outros que tenham garras e pressas
radicalmente afiadas e que tiram sangue de humanos. Mas, depois da prova que
teve de ver sua mãe ou falsa mãe seja o que for, pode mudar seus pensamentos
sobre estas coisas... Mas ele não sabia... Podia não passar de um simples sonho
ou pesadelo se é o que posso dizer.
– Quer dizer que você ainda não
acredita no que eu lhe disse, não é
mesmo?
– Nao...
é claro que eu nao acredito... quer dizer, nao sei... – Brian olhou para o chão do pequeno
cômodo a qual não sabia em qual estava, tentando lembrar o que tinha acontecido
na noite passada, ou a três dias atrás como Logan dissera – Preciso de mais uma
prova... Os meus olhos monstruosos, os seus olhos, a Laisa, acho que estas
coisas ainda não me convenceram... Se me der mais uma prova de que isto é real, eu lhe prometo que acredito plenamente em voce.
Logan ancioso com a proposta, sabendo que eu
podia acreditar em suas palavras disse a mim saindo do quarto ou daquele
comodo, seja o que for:
– Vou chamar o Richard...
Ele bateu a porta que parecia ser de
madeira ou de palha, pois naquele cômodo praticamente escuro, não dava para
definir os moveis ou qualquer objeto que esteja por ali.
Qual seria a verdade? Porque minha mente e minhas expectativas não
me deixavam pensar que o fato de existir vampiros, feiticeiros e lobos poderia
ter alguma chance de ser real? O que eu era? Eu não era o que eu pensava ser?
Tinha de ser do pior jeito?
Depois de alguns segundos, Richard
apareceu na porta junto com Logan. Richard abriu um largo sorriso sempre colado
ao rosto. Ele parecia estar mais novo, parecia ter uns cinquenta anos no máximo
pois seus cabelos não eram mais praticamente brancos, mas sim, grisalhos. Suas
rugas agora eram meramente disfarçadas, mas pelo menos uma coisa continuava
igual, os seus olhos brancos.
Logo, vinham pessoas agindo com o fãs que Brian pode ver pela janela
semiaberta do quarto ou do cômodo qualquer. Elas corriam em direção para a
porta sendo aberta pelo Richard. Ele não conhecia nenhuma delas, a não ser uma
menina de cabelos ruivos ao lado de um menino de cabelos cor de mel... Eram
Grace e Luke. Os “fãs” chegaram ate a porta, e eles empurravam um aos outros só
para poder me ver, ou tentar pelo menos. As que não conseguiam ter minha imagem
ficavam perguntando aos outros: “Me deixa ver ele?” ou “Como são os olhos
dele?”. Richard os fitou e logo, os “fãs” ficaram calados, sem mais nenhuma
pergunta ou agitação. O silencio retornou-se naquele pequeno cômodo.
Richard e Logan, ambos se olharam e
fizeram um sinal a qual eu não entendi. Logan caminhou-se para a porta e
conseguiu tirar meus “fãs” daquele lugar:
– Todo mundo... Afastem-se, vão para
fora... o Richard quer falar com ele...
Logan tirou os “fãs” que agora, estavam
infelizes por não poder mais me ver. Logan permaneceu no pequeno cômodo, mas
logo Richard advertiu:
– Não fique pensando que vai poder
ouvir a conversa só porque é amigo, Logan... Você também vai para fora.
Logan sentiu-se infeliz, mas respeitou
a advertência de Richard, e abandonou o lugar deixando-me sozinho com o
Richard.
Ele me fitou e sorriu novamente, e
soletrou meu nome:
– Brian Pettry... O menino de quatorze
anos mais poderoso do mundo...
– Do que esta falando? Olha... Eu não
sei se eu posso acreditar nessa coisa de vampiros, feiticeiros e sei lá mais o
que... Logan tentou me convencer, mas não deu muito certo... agora só vou
passar a acreditar nisto se você me dar uma prova!
– Tem razão... Quando eu descobri que
eu era um feiticeiro, eu não me aceitei, não aceitei exatamente como eu era...
Eu queria sair por ai, brincar na rua, mas não... o meu destino foi esse, e
hoje, me orgulho de quem eu sou, e eu tenho a plena certeza que você também vai
se orgulhar de si mesmo quando souber de sua história...
– Eu sei o que sou... Um brasileiro de
quatorze anos que por falta de sorte fui parar em Los Angeles, por causa de meu
tio milionário.
– Não... Não estou falando desta historia... Estou falando de uma
historia que você não sabia ate hoje e tenho certeza que muitos humanos ignoram
essas historias pois acham que é uma bobagem ou besteira ou acham apenas que
essas historias são para divertir que esta lendo-a ou ouvindo-a... Você, Brian
veio de uma geração de feiticeiros e lobos... E você pode passar a acreditar,
pois eu não estaria aqui perdendo o meu tempo falando bobagens pra você... Não
teria algum sentido...
A sua fala de pessoa que tinha certeza
do que estava dizendo e porque estava dizendo parecia muito real... Seus olhos
brancos me enfeitiçavam e eu não podia contraria-lo... Ele tinha a razão, pois
não estaria ali perdendo seu tempo fingindo que ele e Brian estavam em uma
historia de feiticeiros e não sei mais o que...
Houve um momento de silencio no cômodo,
pois Richard e eu estávamos tentando ouvir se havia algum penetra escutando
nossa conversa. Richard, sem fazer rangidos de sua caminhada no chão de madeira
com seus pés pesados, caminhou ate a porta e lhe abriu rapidamente, tentando
pegar o penetra de surpresa. Fora do cômodo onde eu estava, pude ver que todos
os meus “fãs” escutavam do outro lado de fora da porta. Richard fez uma
expressão raivosa em seu rosto o que assustou a todos e no próximo segundo, não
havia mais ninguém do lado de fora do cômodo onde eu estava.
– Acho que podemos continuar... – Disse
Richard fechando a porta tendo a certeza que não havia mais nenhum “fã” – Isto
é uma obseção por você... Não param de perguntar se já tinha acordado desde
quando você chegou.
– Quem são essas pessoas? Eu virei um
cantor de rock e estes são meus “fãs”?
– Praticamente isto... – Richard
arrastou uma cadeira perto da janela e levou ate ao meu lado – Na verdade, eles
são como você... Quer dizer, não existe ninguém como você, mas eles são o
exercito de feiticeiros...
Brian não conseguiu controlar o riso e
interrompendo Richard, lhe indagou;
– Exercito de feiticeiros? Formado
por... – Brian estimou a quantidade de pessoas que havia ali – vinte pessoas?
Tem certeza que isto pode ser chamado de exercito?
– Não importa o numero de
participantes, mas sim seu grau de experiência...
–Ta... Tanto faz, mas me diz... O que
estou fazendo aqui? Pois isto não é parecido com meu apartamento...
– Isto?... Você perguntou mesmo o que é
isto?
– É eu perguntei o que é isto... Pode
me responder?
– Isto é simplesmente o território de
Tonkys, na verdade, uma ilha que abriga todas as raças, somente a humana não
esta presente...
– Serio? Quero voltar para meu
apartamento...
– Você não pode! Por enquanto tem que
ficar aqui, que é o único lugar onde você esta protegido...
– Por que estou aqui? Eu já lhe fiz
esta pergunta e você não me respondeu, agora eu quero a resposta, sem enrolamento...
Por que eu estou aqui?
– Olha... eu vou lhe contar uma
historia que aconteceu a muitos e muitos anos... – Richard tirou um papel de
seu bolso e começou a ler para Brian
“Desde
a origem do humano, existiu um feiticeiro, um lobo, e um vampiro. O nome do
feiticeiro era Tonkys, o do lobo, Thiele, e o nome do vampiro, Murfak...”.
Brian interrompeu a leitura de Richard
e lhe indagou:
– Murfak? Era o nome que Logan disse a
mim quando mencionou os olhos brancos...
– Ele disse que foi o primeiro nome que
lhe veio a cabeça... Continuando:
“Eles eram tão fortes como todos possam imaginar e
ainda mais um pouco... Os mais poderosos do mundo inteiro... Eles juraram não
ter relacionamentos com mortais, pois assim, sabiam que a criança nascida iria
ter as suas características e consecutivamente, seus poderes, e como eram
ignorantes, eles não queriam nada disso... Queriam somente eles com o total
poder do mundo... Mas nesse mesmo dia, todos os três se relacionaram com
mortais com uma maldição do vampiro Murfak, e assim violaram a regra entre
eles. Se revoltaram, e as suas brigas ficaram cada dia mais intensa, mas
saberiam que nunca poderiam ferir uns aos outros, assim, decidiram usar seus
filhos para fazer uma guerra. Os primeiros filhos, Laisa, Tom, e eu, Mary ficamos
ao lado de nossos pais,muito protegidos, pois iríamos ajudar a recuperar o
poder e o lugar se algum deles os perdesse... A guerra aconteceu com seus
outros filhos, ela demorou cinquenta anos.
Todos os que participaram da luta morreram,
sobrando somente os “três poderosos” e nós que desde então começamos a origem
de todos os outros nos relacionando com mortais, já que entre nos, não havia
promessas muito menos regras. Estou muito feliz com isto.
Diário de Mary. 15/05/1147”
– Então, foi isto... – Disse Richard
após ler o pequeno pedaço de papel, dobrar e guardar novamente no bolso – A
autora desta carta foi sua mãe.
– E Laisa? Como Logan diz, Laisa é minha falsa mae?
– Sim... Ela se passou por sua mãe só
para te atrair para a raça dos vampiros.
– Então, minha verdadeira mãe era a
Mary e ela foi morta pela minha falsa mãe, Laisa? Isto é muito complicado... ate demais!
– E seu pai, era o Tom – Acrescentou
Richard.
– Richard, pode me contar como foi o
romance entre meu pai Tom e minha mãe Mary?
– Na verdade... Esta historia é mais complicada que a que sua mae é a sua falsa mae e nao sei mais o
que... Mary e Tom, se conheceram em Los Angeles em 1232 e eles nao sabiam que
uma era feiticeira e o outro era o lobo, ou seja, eles achavam que estava se
relacionando como qualquer outro humano. Mais entao, em 1233, eles tiveram
voce!
Brian ficou de queixo caido, pois ele nao
imaginara que ele havia nascido em 1233, sempre achara que foi em 1997... agora
sim que ele nao entenderia mais nada.
– O que? Eu nasci em 1233?
– Você é o mais velho daqui... mas tem aparencia de quatorze anos pois sua mae
lhe jogou um feitico para voce ficar “congelado” por... – Richard fez a conta mentalmente – por
764 anos...
– Congelado?
– Não é congelado exatamente... é tipo um feitico que so ela pode fazer para
deixar alguem sem desenvolver... Ela decidiu fazer isto pois descubriu que Tom
era lobo, e assim ela saberia que voce iria nascer com as duas caracteristicas,
voce iria ser disputado por todas as racas pois era forte como um dos “tres
poderosos”, Mary nao queria ver voce, um filho dela em outro grupo de raça a
nao ser o seu. So em 1997 foi descongelado para poder realmente, pertencer a um
grupo – Richard deu uma pausa e se ajustou
na cadeira desconfortável se sentindo mais a vontade para conversar comigo –
Tom nunca viu você como filho, e só agora sabe que você pertence a ele
também... Soube que ele ta furioso e pretende levar você ate a sua raça.
– Então, se você diz que sou tão
poderoso... Sou imortal?
– Olhe Brian, isto é a única coisa que
eu não vou saber lhe responder... Isto nós vamos descobrir no meio da luta...
– Meio da luta? Que luta?
– Brian, desde suas existências, os
“três poderosos” queriam fazer uma luta para descobrir quem era o melhor dos
três, e só assim, a raça que sobrar seja vampiro, feiticeiro ou a raça dos
lobos, seria a que iria ficar para sempre...
– Que egoístas! É como excluissem os negros do mundo e somente os bracos o dominasse...
– Isto... Mas aqui não existe um
governo que defende os direitos dos negros, só existe a guerra, e é por isto que voce esta aqui, Brian, para ajudar a nossa raça, ou seja, a raça dos
feiticeiros a dominar o mundo!
O silencio voltou naquele pequeno
cômodo e eu fiquei pensando, como seria uma guerra entre pessoas com
habilidades, poderes e praticamente imortais.
– Receio que você esta querendo ver um
pouco de luz... não é mesmo?
– Indagou-me Richard se levantando da sua cadeira.
– Claro... Como vocês disseram, eu não
acordo a três dias...
Richard sorriu e estendeu seu braço
sobre o meu para me ajudar a se levantar
daquela cama confortável a qual estava fazia três dias. Pude ver que meu pe estava enfaixado. Eu ja havia notado algo a mais
sobre ele mas eu nao tinha me manifestado ainda pois nao me encomodara.
– O que aconteceu com meu pé?
– Foi a Laisa... ela estava com a asa
quebrada, quando ela te mordeu e você apagou, ela caiu em cima de seu pé...
Eu tinha me lembrado da mordida em meu
pescoço e passei a mão nele para ver se havia algum curativo, ou se o ferimento
ainda continuara ali. Richard me olhou de relance, e olhando para meu pescoço
ele anunciou:
– Não há curativos... só marcas que
nunca mais iram sair... Viu como você é poderoso? Se qualquer um que tivesse
sido mordido por uma das mais poderosas vampira, com certeza havia morrido.
– Eu sei... eu já li um livro sobre
vampiros...
– Por favor... Não pense que estas
historias são totalmente verdadeiras...
– Do que esta falando senhor?
– Este livro falava que os vampiros não
apareciam no espelho, que precisava de sangue para sobreviver, que eles usavam
capas e dormiam em caixões?
– Sim!
– Pois ele esta totalmente errado,
Brian... os vampiros aparecem no espelho; eles não precisam morder e chupar o
sangue de outra pessoa para sobreviver, só fazem isto para tornar a pessoa
mordida uma vampira, o que foi o seu caso, ou somente para matar; eles não
viram morcego com sua capa, pois não as usam; e eles nunca dormem...
Brian conseguiu se levantar daquela
cama com uma ajuda de Richard, e logo estava de pé depois de três dias.
– Interessante! – Conclui
Nos ficamos em silencio, e pela
primeira vez, pude atravessar aquela porta e ver a luz do sol novamente. Eu
estava em uma praia, mas não era a de Los Angeles pois não havia turistas ou
amadores de praias, mas havia ali, varias cabanas de palha e madeira que
formavam um circulo no meio da areia, e no meio delas, havia alguns pedaços de
arvore que provavelmente serviria para sentar ou fazer uma fogueira de noite.
Conclui que as cabanas eram onde
aqueles meus “fãs” moravam, pois eles passavam pela janela e observava por
elas, eu sair daquele cômodo em que estava. Elas voltaram a estar ansiosas, e
rapidamente em um piscar de olhos, esses meus “fãs” estavam a um centímetro
diante de mim, se perguntando novamente coisas como “Olha os olhos dele, tem
três cores!” ou “ Ele deve ser tão poderoso...”.
Richard caminhando para uma cabana logo
ao lado da que eu estava, disse a mim e a todos:
– Brian, pode conhecer eles... – Ele
olhou de relance para todos os outros – Agora vocês podem perguntar as coisas
que querem saber para ele!
Elas ficaram ansiosas e pareciam
fotógrafos e repórteres que achou alguém muito famoso caminhando nas praias de
Los Angeles. Fiquei um pouco atordoado com aquela algazarra, mas tentei
responder aquelas perguntas que me faziam:
– Como você sobreviveu daquela mordida
de sua tia, ou falsa mãe seja o que for...? – Indagou um homem de uns dezessete
anos
– Não foi fácil... na verdade nem sei
como sobrevivi, pra mim não faz diferença alguma... – Respondi.
– Quer dizer então que você é o neto de
Tonkys e de Thiele? – Perguntou uma mulher que parecia mais admirada de todos.
– Provavelmente... na verdade vocês que
deveriam saber... sabem mais de mim do que eu mesmo, não é verdade? – Respondi
já não muito paciente.
Encontrei Grace, Luke e Logan no meio
da multidão de umas vinte pessoas. Sem falar, ou responder mais nenhuma
pergunta, eu fui na direção deles, e lhes arrastei pelos braços ate a cabana
onde eu estava. Quando Grace, Luke e Logan entraram, eu tranquei a porta e
fechei a janela.
– Então quer dizer que vocês fingiram
que não sabiam de nada e não me contaram nada ate eu vir para aqui? – Lhes
indaguei em tom sarcástico.
– Esta bravo com nos, Brian? –
Perguntou Grace, se redimindo.
– É claro que não! Só estou
brincando...
Dizendo isto, eu lhes abracei, ficando
contente em saber que estavam bem durante aquele tempo, já que agora eram meus
verdadeiros amigos, poderia confiar tudo a eles.
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